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FLERTES - PARTE III.jpg

​"Flertes nada fatais" - parte iii

A página em nosso site com uma coleção de encontros frustrados e flertes quase letais ...

 

 

 

#10 – DE SOBREMESA A PRATO PRINCIPAL

"Tinha uma mente muito aberta e em uma de minhas fases de solteira usava muito um aplicativo para sair com uns caras que achava mais gatos e que pareciam ter uma pegada decente.
Um deles era muito bom no negócio, e acabamos saindo algumas vezes a mais do que geralmente saía com os demais homens.
A única coisa que me incomodava nele era ser meio “mão de vaca”, mas como a foda realmente valia a pena, eu não me importava em pagar motel, coisa e tal.
Certa vez, o clima pegando fogo por mensagem e ele me questionou se tinha algum fetiche, eu logo lancei que sim, que meu fetiche era ser coberta de chantilly para ele tirar depois com a boca. 
Depois da revelação, tratamos de marcar o encontro.
Eu estava muito empolgada, me produzi todinha, passei aquele perfume adocicado e fui para “matar o peão”.
Quando chegamos, a pegada estava frenética, preliminares com sucesso nível hard e eis que ele me vira de costas e sussurra no meu ouvido que chegou a hora de realizar a fantasia.
Eu “toda, toda”, começo a sentir aquela coisa gelada nas costas, nas coxas e um arrepio só, mas de repente começa a subir um cheiro diferente de Chantilly e eu pensando: “pera aí, eu conheço esse cheiro”. Lembrava tempero, almoço de família de domingo e quando eu me viro, lá estava ele passando uma bisnaga de maionese no meu corpinho nu.
Cheguei a pensar que ele havia se confundido e cai na risada e ao questioná-lo, tive que ouvir: “O chantilly estava muito caro, então tive a ideia de comprar essa maionese que também rende mais umas duas vezes ou da pra usar depois em casa”.
Brochei na hora, fui embora e deixei o boy a pé e com a conta...
É foda você querer ser a sobremesa de alguém e o cara te fazer de prato principal!". 

#11 – O TOCO QUE ELE ME DEU

Estava viúva há um tempo e comecei a sair com um homem maravilhoso. Ele tinha um estilo afro que eu gamava e era muito estiloso em suas roupas e penteados.
Quando começamos a ficar mais íntimos ele passou a frequentar as saídas com meus amigos, bem como passou a ir almoçar e jantar as vezes em minha casa.
Os beijos, abraços e carinhos eram intensos e maravilhosos, mas ele sempre barrava minha mão quando tentava acariciá-lo em determinados locais.
Cheguei a pensar que estava me poupando, me respeitando mesmo, por há muito tempo eu ter ficado com o mesmo homem antes dele.
Certa noite após jantarmos e estarmos sozinhos o clima esquentou bem e subimos para o meu quarto onde ele começou a se despir.
Tudo lindo, até ele tirar cueca e por mais que digam que tamanho não é documento, não tinha a menor condição de aceitar aquele toco pequeno e tão preto (não parecia nada que eu havia visto na vida, nem mesmo um graveto).
Muito sem graça comecei a me vestir e para não o magoar, disse: “sabe o que é? Sou um pouco dolorida e faz tempo, você se importa em usar o dedo?”.
Depois do toco, não nego que terminamos na semana seguinte".

 

#12 – DO BEIJO AO BEGE

“Fui fazer um cruzeiro com minhas amigas quando nos formamos na faculdade e como não estava em uma vibe para ficadas nem nada, permaneci calma e na minha.
As meninas insistiram muito para eu ficar com um cara que elas diziam ser bem gato e acabei dando uns beijinhos meio juvenis nele no meio da chuva.
Como era noite do branco, minha roupa estava totalmente transparente e tímida que sou comecei a ficar sem graça e pedi para que elas me acompanhassem também até a cabine. Claro que o cara veio junto na expectativa de rolar algo, mas ele ficou me esperando do lado de fora sem sucesso.
Elas estavam muito bêbadas e quando eu terminei de trocar rapidamente o vestido por um seco, elas não paravam de rir compulsoriamente.
Não dei a mínima e sai no corredor amplo do navio com o cara conversando numa boa.
Quando ele me interrompe:
- Então fulana, seu vestido está pra dentro da sua calcinha.
Queria cavar um buraco e me esconder, claro!
Não bastasse a bunda de fora, a calcinha era bege gigante, daquelas bem brochantes!
Fui do beijo ao bege em minutos...".

#13 – VOA PASSARINHO, VOA

“Comecei a namorar um cara incrível, que era muito gentil e cavalheiro, um verdadeiro gentleman. Abria porta do carro, mandava flores e até escrevia cartas de amor.
Ele me levava para comer em restaurantes incríveis e gostava muito de teatro.
Em uma dessas nossas saídas, aliás em muitas delas, acabávamos em espetáculos com ópera e certa vez no meio da apresentação apertando minha mão com muita força e todo emocionado, ele me disse no pé do ouvido: “me sinto tão bem com você, eu sempre quis ser um pássaro”.
Achei linda aquela fala, compreendi o quanto ele se sentia livre e feliz ao meu lado.
Muito respeitador, em nossas intimidades nunca ultrapassava a linha do limite e por sermos jovens coisa e tal, quando estava a ponto de ocorrer os finalmentes, ele recuava com sucesso.
Conversamos muito sobre isso e realmente tinha grande encanto até deixar tudo acontecer.
Quando rolou, não foi legal, mas dizem que as primeiras experiências são assim mesmo, não é?
Porém achei que ele havia sentido um nojinho de mim, ou talvez não fosse bonita o suficiente né.
Ele continuou a me tratar muito bem e na semana seguinte queria me apresentar para toda a sua família e disse que tinha algo importante a me dizer.
Fui perfeita para o almoço, parecia uma boneca, queria passar a verdadeira imagem de quem era e o quanto estava comprometida naquele relacionamento.
Todos muito felizes e me recebendo muito bem, quando ele fez um brinde inesquecível:
- Fico feliz que tenham conhecido a fulana, ela é linda maravilhosa, mas a gente transou a semana passada e eu tive a certeza de que sou gay, me desculpem.
Eu ia fazer o que? 
Voa passarinho, voa". 

#14 – ENCHARCADA DE AMOR

“Era bem novinho e tinha um tempão que queria ficar com uma menina linda e em um determinado momento saímos do friendzone e ela começou a me dar bola finalmente.
Ia ficar sozinho em casa, meus pais foram fazer um “bate e volta” na praia, então decidi chamá-la para conhecer a decoração do meu quarto e ver se achava meu colchão confortável (só que não né).
Enfim, tava pra rolar né, apaguei a luz e comecei a pôr os dedos nela.
Eu senti que ela estava toda molhada e comecei a me sentir o fodão e continuei lá nos movimentos que eu nem sabia direito ao certo o que estava fazendo mas do jeito que a mina tava, certeza que estava gostando.
Ela começou a ficar quieta, vi que tinha algo errado, perguntei o que era, ela se cobriu e eu acendi a luz.
Ela não precisava nem me responder, os meus lençóis brancos pareciam ter atravessado da África para a Ásia.
O próprio Mar vermelho estava naquele quarto.
Ela menstruada e eu achando que era lubrificação, que fase!"

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