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​"Flertes nada fatais" - parte iv

A página em nosso site com uma coleção de encontros frustrados e flertes quase letais ...

 

 

 

#15 – TRAVA NA POSE

“Por volta dos meus quarenta anos estava com a estima elevadíssima e trabalhava com um professor de Educação Física desenhado por Deus. Logo, coloquei como meta principal experimentar aquele corpinho nu. A conquista foi muito difícil, além de ser um novinho sarado, ele era muito cortejado e não deixava ninguém dar entrada no menu dele. Após um período de férias em que eu havia feito botox, lipo e preenchimento da boca ao rabo, ele começou a me notar. Marcamos um encontro e eu me preparei mais pro evento do que pro meu casamento com o ex (a louca né haha). Na hora do ‘rala e rola’ eu estava muito destreinada e comecei a sentir câimbras fortes na região da lombar e comecei a gritar coisas bem desconexas e altas, nunca gemi tanto na vida. O boy pensa que arrasou até hoje, eu sigo descadeirada e fazendo fisioterapia”.

 #16 – PEITO OU BUNDA? PÉ, CLARO!

“Estava recém divorciada e doida para experimentar uma carne fresca, claro! Minhas colegas logo me recomendaram um aplicativo de encontros e eu muito seletiva e com medo, confesso, escolhia para dar match apenas nos caras com vida profissional estabilizada ou expectativa de futuro promissor. Pois é, nessa de tanto escolher, acabei saindo com um médico gatíssimo. Saímos para jantar, clima pegando fogo e fomos finalizar a noite agarradinhos. Na hora do fight, vi que comecei a tirar roupa, mas ele não parecia nem um pouco animado com sutiã voando e afins. Eis que tirei a sandália e ele viu os meus pés. Este cara enlouqueceu, tirou a cueca e começou a fazer o ziriguidum...aonde, aonde? No vão do meu dedão. Em um misto de desespero, constrangimento e crise de riso, levantei e fui embora. Dizem que Freud explica, então é melhor ele ir lá e conversar com esse cara, porque esse tipo de fetiche por pé? Eu tô é fora!”.
 

#17 – O PODER DE UMA BOA MAKE

“Fui em uma balada sertaneja para pegar geral com meus amigos, mas chegando na balada só tinha mulher feia e esquisita. Zero atração, com um sono da por%@ depois de um dia de trabalho intenso, acabei indo no banheiro várias vezes lavar o rosto para despertar e acabei tendo maior papo com a tia da limpeza. Logo, comecei a reclamar pra ela que para minha surpresa me disse que tinha uma moça linda que chegava sempre por volta dás 4h e ficava ali num cantinho da parede. Eu todo tonto, fiquei esperando e pensando se era real ou algum tipo de trolagem. 4h fiquei de olho nessa parede aí, esperando a magia acontecer e de fato, ela aconteceu. Aquela mulher gata e gosto#% para caral#% chegou, muito bem maquiada e montada num salto quinze. Cai em cima, investi e ficamos. Não demorou acabarmos o rolê no mot#@% e foi a melhor fod@ da minha vida. Como o dia já estava raiando, peguei no sono e quando acordei ela estava colocando um uniforme para trabalhar e sem maquiagem, totalmente diferente, mas parecia que eu a conhecia. Pera aí, eu conhecia mesmo! Mano do céu vai tomar no c*, eu fod1 a noite toda com a tia da limpeza do banheiro da balada”. Ah, não estou evidenciando a profissão dela e sim o fato de ter sido astuta e me enganado a noite toda!!!

#18 – TIRO AO ALVO

“Eu era uma namorada muito ciumenta e não deixava o meu amorzinho ter amizade com nenhuma mulher em absoluto, nem jogar bola com os amigos ou coisas que pudessem fazer as quengas ficarem lá admirando o meu homem. A única coisa que eu o deixava fazer, sem a minha pessoa, era jogar videogame na casa do melhor amigo dele, com toque de recolher é claro. Uma certa noite, resolvi fazer uma surpresa e levar umas cervejinhas para eles. Quando cheguei lá no apto, coloquei a cabeça na porta para confirmar se não tinha voz de mulher, senão já ia entrar na voadora e surtada, porém pude ouvi-los gritando e muito animados no jogo. Tinha certeza de que era um jogo de guerra e abri a porta. Era sim, um jogo de guerra e o alvo era o c# do meu namorado que estava sendo bombardeado pelo melhor amigo gay dele”. 

#19 – DO LUXO AO LIXO

“Quando completamos 40 anos de casados, meu marido disse que tinha uma grande surpresa, algo que eu sempre quis todos esses anos e ele nunca havia me dado. Fiquei animadíssima o dia todo, pensei em todos os eventos que poderiam ocorrer e só me imaginava em uma banheira de espuma, tomando uma champagne chiquérrima e com um colar de diamantes ou esmeraldas que com certeza ele sabia o quanto eu queria e iria me dar. As coisas começaram a dar errado quando ele convidou todos os filhos para jantarem conosco. Adeus noite romântica! Não bastando, apareceu com uma embalagem enorme de presente que tampouco seria uma joia, mas talvez seria algo interessante, então o meu iludido coraçãozinho chegou a se animar. Era uma lixeira de inox! Isso mesmo, uma lixeira e assim fui do luxo ao lixo em segundos”. 

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